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Terra Blog

Arquivo de: Julho 2007

24.07.07

Vinícius segundo Tolentino

Palestra do grande poeta transcrita por mim.

Como o meu novo blog do vox não funciona, remeto-os ao blog:

http://poesiabrasileira.wordpress.com/

  • criado por  Eduardo Gama criado por Eduardo Gama
  • Postado em 19:33:49

Drmmond lendo Oficina Irritada

No meu novo blog: http://literaturaviva.vox.com/
  • criado por  Eduardo Gama criado por Eduardo Gama
  • Postado em 11:10:12

20.07.07

Circula na Internet

  • criado por  Eduardo Gama criado por Eduardo Gama
  • Postado em 18:47:44

19.07.07

China inicia batalha contra vício em jogos online

fonte: http://www.geek.com.br/modules/noticias/ver.php?id=9881&sec=7

A partir desta semana o governo chinês começa a fechar o cerco contra o vício em jogos online, problema crescente na China.

É estimado que 13% dos usuários de internet no país com idade inferior a 18 anos são viciados, um total de aproximadamente 2,3 milhões de menores.

Oito ministérios chineses, incluindo o da propaganda, se juntaram e criaram regras de funcionamento estritas que indicará quanto cada pessoa poderá permanecer online em estabelecimentos como lan houses e cybercafés.

Os jogadores viciados também estão sendo direcionados, principalmente por seus pais, para oito centros de reabilitação criados pelo governo em diversos pontos do país.

Para ajudar o controle, nenhum novo cybercafé poderá ser criado em solo chinês antes do fim do ano, e os já instalados deverão colocar softwares de combate ao vício em computadores conectados. Qualquer cybercafé que não cumprir as regras será fechado.

As autoridades acreditam que mais de três horas diárias de jogos podem ser nocivas aos jogadores, sendo que cinco ou mais horas passam a ser consideradas problemáticas. Alguns acreditam que em breve os jogos vendidos no país também precisarão possuir travas para serem desligados após períodos excessivos de jogo.

  • criado por  Eduardo Gama criado por Eduardo Gama
  • Postado em 18:39:49

18.07.07

A Igreja e a fecundação artificial

Trecho da entrevista concedida ao site Zenit pelo Pd. Fernando Pascual, professor de bioética e filosofia. Como o tema é bastante controverso, vale entender melhor os fundamentos da Igreja sobre o tema.

 

Existe algum documento da Igreja que ofereça alguma avaliação ética sobre essas técnicas?

– Pe. Fernando Pascual: Sim. Há 20 anos (um aniversário que foi recordado sem a atenção suficiente pelo mundo da cultura) a Congregação para a Doutrina da Fé, presidida pelo então cardeal Joseph Ratzinger, publicou a instrução «sobre o respeito da vida humana nascente e da dignidade da procriação». É conhecida por seu início em latim, «Donum vitae».

– Que indicações oferece este documento?

– Pe. Fernando Pascual: Não é possível resumi-las de forma breve. Indica que qualquer intervenção técnica no âmbito da procriação humana deve respeitar a dignidade do embrião humano, a dignidade da procriação como responsabilidade exclusiva dos esposos e a obrigação de manter sempre unidos os significados unitivos e procriativos no ato conjugal.

– Então o que se considera correto do ponto de vista ético no âmbito das técnicas reprodutivas?

– Pe. Fernando Pascual: São eticamente corretas aquelas intervenções médicas que estejam orientadas a curar ou restabelecer a capacidade procriativa, ou ajudar (sem substituir) os esposos na busca da chegada de um filho no máximo respeito do que é próprio da vida conjugal e do ato sexual realizado de modo correto.

– E quais seriam eticamente incorretas?

– Pe. Fernando Pascual: São eticamente imorais todas aquelas técnicas que impliquem danos ou provoquem a morte de embriões, ou que depreciem sua identidade e sua integridade física, ou ainda que impliquem uma lógica de domínio e controle técnico sobre os mesmos (como quando são produzidos no laboratório ou congelados). O mesmo juízo ético negativo vale para qualquer técnica que substitua os esposos como responsáveis e protagonistas, a partir de seu amor mútuo e sua complementaridade sexual, na procriação dos filhos.

– Poderia mencionar concretamente algumas dessas técnicas incorretas?

– Pe. Fernando Pascual: São imorais a inseminação artificial que substitua o ato sexual; a fecundação «in vitro» em todas as suas formas: a FIVET e a ICSI (que não era conhecida nos tempos da «Donum vitae»; o diagnóstico pré-natal realizado para selecionar ou descartar embriões; o uso e destruição de embriões na pesquisa científica; o congelamento de embriões; a «maternidade substitutiva» ou «barriga de aluguel»; e qualquer técnica heteróloga, ou seja, o recurso a espermatozóides ou a óvulos obtidos a partir de um doador que não seja um dos esposos.

– Parece, então, que a Igreja dá um juízo muito estrito sobre esse tema...

– Pe. Fernando Pascual: Cada «não» a certos tipos de atos implica um «sim» a valores profundos. Neste caso, a Igreja defende e promove o respeito à vida e à dignidade da procriação humana. Existe o perigo, e o aniversário de nascimento de Louise Brown nos faz presente, de que pouco a pouco a procriação se converta em «produção», com a lógica do domínio que está detrás da mesma e que não poucas vezes leva a situações de violência.

– Poderia explicar-se melhor?

– Pe. Fernando Pascual: Não é violência destruir ou congelar milhares de embriões, cuja vida ou morte depende dos desejos dos adultos? Você falava em mais de 3 milhões de crianças nascidas graças às técnicas de reprodução assistida. Mas sabemos quantos milhões e milhões de embriões morreram ou foram destruídos precisamente por culpa dessas técnicas?

– Qual é, no fundo, a idéia mais importante que a Igreja defende neste campo?

– Pe. Fernando Pascual: A instrução «Donum vitae» nos recorda qual é a atitude correta ante a procriação humana: que esta seja possível no contexto de amor e doação mútua entre esposos que se convertem em potenciais transmissores de uma nova vida. Vale a pena reler um texto dessa instrução: «A origem de uma pessoa humana é na verdade o resultado de uma doação. A pessoa concebida deverá ser o fruto do amor de seus pais. Não pode ser querida nem concebida como o produto de uma intervenção de técnicas médicas e biológicas: isso equivaleria a reduzi-la a ser objeto de uma tecnologia científica. Ninguém pode subordinar a chegada ao mundo de uma criança às condições de eficiência técnica mensuráveis segundo parâmetros de controle e de domínio».

– Se os métodos de fecundação artificial são imorais, que alternativa resta para os esposos que não podem ter filhos?

– Pe. Fernando Pascual: Faz-se necessária uma maior pesquisa para conhecer melhor as causas da esterilidade e os meios que existem para curá-la. Muitos casais estéreis poderiam ter filhos com uma boa prevenção e com uma terapia concreta, sem ter que recorrer a métodos de fecundação assistida que provocam esperanças falsas, quando na verdade muitas vezes implicam um enorme gasto de dinheiro e, em uma porcentagem muito alta (mais de 50%), um sentimento de frustração quando não se consegue «obter» o desejado filho.

– Restaria também a possibilidade de adotar um filho...

– Pe. Fernando Pascual: Existem muitos casais que aceitam sua condição de esterilidade como caminho para abrir-se às necessidades de tantas crianças e adultos que buscam um pouco de carinho. Outros muitos procuram adotar uma criança. É preciso, com relação a isso, compreender qual é a forma correta de solicitar a adoção de uma criança abandonada ou necessitada de carinho: não se trata de «dar um filho a uns pais que não o têm», mas de «dar pais a um filho que tanto precisa deles».

  • criado por  Eduardo Gama criado por Eduardo Gama
  • Postado em 18:06:24